E a temporada de caça começou cedo no ninho político de Belmonte. Os vereadores, coitados, já estão com a cabeça latejando antes mesmo do verão chegar. O motivo?
A enxurrada de ligações de deputados e pré-candidatos, todos querendo garantir aquela aliança “de ouro” para 2026.
A cereja do bolo?
Mesmo levando pressão de todos os lados, os nobres parlamentares não podem se manifestar agora. Ficam só no “vou pensar”, “vamos conversar”, “mais pra frente a gente vê” — enquanto o celular vibra mais que caixa de som em paredão.
Nos bastidores, a palavra é uma só:
dor de cabeça.
E ainda nem começou a campanha…
Sutilezas que o vento leva…

Nos bastidores de Belmonte, comenta-se que um certo vereador anda se olhando no espelho e treinando pose de prefeito. Sonhar não custa nada e tem gente que realmente leva isso a sério.
Ele aparece em tudo: festa, evento, reunião, até aquilo que ninguém sabe por que está acontecendo. Sempre sorrindo, sempre performando… Quase uma figura de entretenimento, dessas que fazem o público rir sem entender se é piada ou apresentação.
Mas quando o assunto chega naquela fase em que se testam convicções, firmeza e… digamos… consistência, a conversa muda.
Afinal, tem papel que exige mais que vontade: exige preparo. E tem cadeira que cobra mais que presença: cobra postura.
Há quem diga que ele quer subir um degrau que, na prática, ainda mal alcança com a ponta dos pés. Nada explícito, claro pura percepção do ambiente.
No fim, segue a dúvida no ar:
É projeto real… ou só mais um personagem buscando palco?
O tempo dirá. E Belmonte, como sempre, vai assistir de camarote.
E O MESTRE DOS MAGOS?

E não é que a região anda recebendo visita?
O Mestre dos Magos reapareceu aquele clássico personagem que some mais do que Waldo em página de livro infantil e só dá as caras quando a eleição bate na porta.
E, vejam só, o Mestre dos Magos, surgindo do nada, fazendo mistério e empurrando um candidato laranja que não tem carisma, não tem discurso, não tem nem o brilho de um vaga-lume sem pilha… mas, segundo ele, é “o escolhido”.
O escolhido pra quê?
Pra fazer figuração, talvez.
A raposa jura que vai apostar “todas as fichas” na cidade , cidade essa que ele sempre tratou como cenário de novela antiga: só aparece quando tem gravação.
E o mais bonito é ver ele acreditando que o povo sofre de amnésia coletiva, tipo personagem de novela mexicana que esquece tudo depois de um tropeço.
kkkkkkkk
Mas Belmonte já aprendeu:
quando o Mestre dos Magos aparece… é porque vem truque.
E, como sempre, deixa todo mundo falando sozinho.
“Ninguém Contava com a Volta Dele”

E quem anda reaparecendo pelos cantos da cidade é aquele personagem político que, de repente, sumiu do mapa.
Abandonou eleitores, deixou lideranças falando sozinhas e evaporou no ar igual episódio do Chapolin quando a situação aperta.
Agora, como que por encanto, está batendo à porta de antigos aliados com aquele sorriso ensaiado e uma conversa bonita, já jogando charme para 2026. kkkkk
O mais engraçado é que ele age como se todo mundo tivesse memória de peixe.
Mas, como diria o próprio Chapolin Colorado:
“Sigam-me os bons!… mas cadê você quando a coisa apertou?”
O sujeito some no momento mais crítico, reaparece com discurso fresco e acha que o povo vai embarcar outra vez no mesmo barco furado.
A vila, digo, Belmonte observa tudo de camarote.
Porque, no fim das contas, todo mundo lembra exatamente quem estava no palco…
e quem sumiu nos bastidores.
