EDITORIAL – O Triunfo da Malandragem

Pela primeira vez na história desde a Proclamação da República, assistimos a um espetáculo grotesco de aparelhamento e manipulação das instituições. O próprio advogado pessoal de um candidato recompensado ostensivamente com uma cadeira no Supremo Tribunal Federal — arrogou-se o direito de alterar monocraticamente as regras do jogo. A decisão de Cristiano Zanin, anunciada às 17h01, logo após o encerramento regulamentar, escancarou como o poder judiciário se curvou aos interesses de um projeto de poder. O que se viu no segundo turno foi uma sucessão de anomalias que afrontam a…

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