Os Estados Unidos anunciaram ataques militares em solo venezuelano neste sábado (3) e afirmaram que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado do país, segundo comunicado do presidente americano, Donald Trump.
A informação, publicada na rede social do chefe de Estado dos EUA, não foi oficialmente confirmada por fontes independentes ou por organismos internacionais até o momento.
O que aconteceu
De acordo com relatos e imagens que circulam nas redes sociais, explosões foram ouvidas em Caracas e em outras regiões da Venezuela na madrugada deste sábado, por volta das 2h (horário local), acompanhadas por aeronaves sobrevoando a capital.
Trump afirmou que as Forças Armadas dos EUA realizaram um “ataque de grande escala” no país, resultando na captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido levados para fora da Venezuela por via aérea.
A Casa Branca anunciou também que haverá coletiva de imprensa ainda hoje para detalhar a operação.
Reação das autoridades venezuelanas
O governo de Maduro, por meio de nota oficial, rejeitou os ataques, qualificando-os como “agressão militar” por parte dos Estados Unidos. Segundo o comunicado, há relatos de explosões em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
O presidente venezuelano teria decretado estado de emergência e convocado setores civis e militares a se mobilizarem em resposta ao que chamou de ameaça externa.
Tensões crescentes
A crise entre os dois países vinha se agravando há meses. A administração Trump vinha acusando Maduro de apoiar o narcotráfico e aumentando a pressão diplomática e econômica sobre o governo venezuelano.
Em dezembro de 2025, os EUA impuseram sanções a empresas do setor petrolífero venezuelano e mais navios, numa tentativa de reduzir a receita do governo de Maduro.
Antes dos ataques, o presidente venezuelano havia tentado demonstrar disposição a dialogar com os Estados Unidos sobre cooperação no combate ao narcotráfico, embora negasse qualquer intenção de ceder à pressão militar.
Impacto e repercussão internacional
Até o momento, países vizinhos e membros da comunidade internacional ainda não se posicionaram de forma unificada sobre os últimos episódios. No entanto, veículos internacionais já registram relatos de reações de governos que pediram moderação e desescalada após os ataques.
A situação permanece em desenvolvimento, e ainda não há confirmação independente sobre o paradeiro de Maduro ou detalhes oficiais sobre a operação militar.
O que se sabe até agora
✔ Explosões em Caracas e outras regiões da Venezuela nas primeiras horas de 3 de janeiro.
✔ Trump afirma que Maduro e sua esposa foram capturados e retirados do país.
✔ Governo venezuelano condena ação como agressão militar e declara estado de emergência.
✔ Coletiva de imprensa dos EUA está prevista para esclarecer detalhes.
