Atriz belmontense Moara Sacchi estreia no cinema nacional no longa histórico “Malês”, de Antônio Pitanga

A atriz Moara Sacchi, filha de Belmonte, no Extremo Sul da Bahia, acaba de alcançar um marco em sua carreira ao estrear no cinema brasileiro com o longa “Malês”, dirigido por Antônio Pitanga. O filme revisita a maior insurreição de escravizados da história do Brasil, ocorrida em Salvador em 1835, e coloca a jovem belmontense entre grandes nomes do audiovisual nacional.


Representando Belmonte nas telas do país

No longa, Moara interpreta Talabi, uma jovem nascida sob o regime escravocrata cuja trajetória se conecta diretamente à luta pela liberdade. Sua participação na obra reforça o talento emergente que Belmonte tem revelado para o cenário artístico brasileiro.

A produção reúne um elenco de peso, com Camila Pitanga, Rocco Pitanga, Patrícia Pillar e Bukassa Kabengele. O roteiro é assinado por Manuela Dias e a fotografia por Pedro Farkas, nomes consagrados do cinema nacional.


Um talento de Belmonte que ganha o Brasil

Antes de chegar às telas do cinema, Moara Sacchi já havia se destacado em outras produções de grande alcance:

  • o videoclipe “Gueto”, de IZA, exibido internacionalmente;

  • o filme musical “Necklace (Entrelaços)”, exibido no Festival do Rio 2023;

  • premiações nacionais, incluindo o Prêmio Inspirar 2025;

  • homenagens concedidas pela OAB, em reconhecimento à representatividade e ao impacto social de sua trajetória.

O sucesso da atriz tem sido motivo de orgulho para a comunidade belmontense, que acompanha sua ascensão com entusiasmo.


Compromisso com causas sociais

Além do talento artístico, Moara é reconhecida pelo forte engajamento em causas que valorizam a cultura negra e promovem a igualdade racial. Em suas próprias palavras, a estreia em “Malês” representa um capítulo especial:

“Estrear no cinema com Malês é inscrever meu corpo e minha voz em uma obra que celebra a força de um povo.”


Sobre o filme

“Malês” revisita a Revolta dos Malês  um dos episódios de resistência negra mais importantes da história brasileira. O filme enfatiza protagonistas negros como sujeitos históricos, rompendo com estereótipos comuns em produções do gênero.

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