O escoamento da produção agrícola e a mobilidade no interior de Belmonte ganharam um fôlego multimilionário. Fruto de uma articulação política direta junto a Brasília, o prefeito Iêdo José Menezes Elias viabilizou um investimento de R$ 844.184,00 voltado exclusivamente para obras de recuperação e manutenção da malha vicinal do município. Os recursos, obtidos por meio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), serão injetados na ligação estrutural entre a comunidade de Boca do Córrego e a região do Ubú.
A homologação do certame foi assinada pelo chefe do Executivo municipal no dia 11 de agosto de 2026, oficializando o resultado da Concorrência Eletrônica nº 2/2026 (Processo Administrativo nº 285/2026), com publicação oficial no Diário Oficial da União. A empresa vencedora para a execução do lote único foi a TH Serviços Urbanísticos e Transportes LTDA.
Radiografia do Convênio
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Origem e Transparência: Os recursos são oriundos do Convênio nº 947659/2023, operacionalizado rigorosamente através da plataforma Transferegov, medida que busca assegurar o compliance fiscal e a publicidade dos atos públicos.
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Trecho Beneficiado: A rota estratégica que liga Boca do Córrego à região do Ubú.
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Intervenções Previstas: Estão programados serviços pesados de patrolamento intensivo, nivelamento do solo e pontos de pavimentação ou asfaltamento, estrategicamente planejados conforme as demandas topográficas e climáticas do trecho.
Impacto direto no campo e no agro local
A conquista atende a um pleito histórico de pequenos e médios produtores rurais de Belmonte, que frequentemente sofrem com a precariedade das vias de acesso, elevando custos de frete e dificultando o escoamento das safras.
Além do impacto econômico, a melhoria das estradas vicinais traz um alívio social imediato. Com a infraestrutura renovada, a gestão municipal garante a trafegabilidade contínua de ônibus do transporte escolar — evitando a evasão de alunos nos períodos chuvosos — e assegura o acesso ágil de ambulâncias e serviços de saúde aos moradores da zona rural.
Com a homologação concluída, os trâmites entram agora na fase final de burocracia institucional: a assinatura formal do contrato com a TH Serviços e a subsequente emissão da ordem de serviço para que as máquinas comecem a roncar no campo.
